Dizem que o inferno astral de uma pessoa acontece dias antes do aniversário dela...Nunca entendi nada de astrologia e provavelmente vou continuar sem entender,mas uma certeza eu tenho: me encontro em inferno astral.
Como saber? Muito fácil! No inferno astral vc, que nunca acorda de mau humor,começa a ver tudo diferente e tem vontade de sair chutando o mundo já nas primeiras horas da manhã.Vc vai para o trabalho com vontade que o dia passe logo pra voltar pra casa.Odeia todo mundo lá dentro.Descobre que ama um menino que nunca vai te corresponder e acaba virando a "companheira" de cinema dele.
Usa cabelo encaracolado,coisa que vc sempre odiou.Dispensa maquiagem.
Pensa em festa de aniversário,mas não consegue imaginar que ela vai ser boa pq vc está no inferno astral...
Acha que seus amigos tem razão quando dizem que vc está ficando pra "tia"....
Mas é só inferno astral...passa depois do aniversário!
Assim espero....
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Saudade
Saudade daquela inocência das bonecas de pano,jogadas na cama coberta com colcha de retalhos.
Da infância entre bolinhas de gude,peão,bola de queimada feita com meia de todo mundo,encapada com meia desfiada dá vó Filomena.
Ah! A vó Filomena......lembro quando me ensinou a rezar,era uma prece simples,eu gostava pq me sentia protegida,inatingível.Perdi,me esqueci dela ou guardei em algum lugar do inconsciente....
Saudade do tempo da inocência,onde tudo era simples,claro, e onde as coisas mais importantes eram as que menos pareciam.
Cada resquício desse tempo guardo com carinho num lugar do peito que dói quando começo a recordar.Um sentimento que vai tomando conta da imensa casa de madeira,pintada com verniz.
Lá fora uma garoa fina,eu na janela,estalar da lenha na lareira,cheiro de café,bolinho de chuva,saudade....
Da infância entre bolinhas de gude,peão,bola de queimada feita com meia de todo mundo,encapada com meia desfiada dá vó Filomena.
Ah! A vó Filomena......lembro quando me ensinou a rezar,era uma prece simples,eu gostava pq me sentia protegida,inatingível.Perdi,me esqueci dela ou guardei em algum lugar do inconsciente....
Saudade do tempo da inocência,onde tudo era simples,claro, e onde as coisas mais importantes eram as que menos pareciam.
Cada resquício desse tempo guardo com carinho num lugar do peito que dói quando começo a recordar.Um sentimento que vai tomando conta da imensa casa de madeira,pintada com verniz.
Lá fora uma garoa fina,eu na janela,estalar da lenha na lareira,cheiro de café,bolinho de chuva,saudade....
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